terça-feira, 23 de outubro de 2012
13º dia
Vivo no meu canto!
As falhas são parte do processo
E nossos erros nos [e]levam para outros acertos.
Nossos ensaios me carregam sorrindo,
enquanto a morte me mantém esquecido.
E maltrato o tempo
que me ensina com ser realmente livre!
Nesses segundos, lavo meus olhos de dentro pra fora,
elevo ao máximo a batida aqui dentro do peito.
Enquanto o mundo estaciona por um milésimo de instante
E se cansa de esperar...
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
"[Re]conhecimento"
Nunca deixe de se reconhecer!
Mesmo quando a brisa do tempo aparecer
suavemente soprando sua vida.
Se sinta nas cores do mundo,
busque novos feitos,
sonhe suas conquistas,
"re-invente novas ideias".
A vida é um sopro!
Cante melhor por hoje... e não só amanhã.
E QUANDO PRECISAR DE ALGUÉM...
SE OLHE NO ESPELHO!
Mesmo quando a brisa do tempo aparecer
suavemente soprando sua vida.
Se sinta nas cores do mundo,
busque novos feitos,
sonhe suas conquistas,
"re-invente novas ideias".
A vida é um sopro!
Cante melhor por hoje... e não só amanhã.
E QUANDO PRECISAR DE ALGUÉM...
SE OLHE NO ESPELHO!
sábado, 14 de julho de 2012
Somos nossa própria ponte...
Mesmo em um mundo grande demais,
aparentemente vazio...
Nossos sentimentos são mais profundos que oceanos,
só os sentem quem também está vivo!
Se envenenam até a última primavera de muitas casas vazias
e devoram todas as noites novas almas,
no silêncio dos espaços infinitos,
precisamos cultivar e alimentar a calma.
E que, em nossas vidas,
quando tivermos mais passado que futuro para contar,
dias ou noites,
idas e vindas...
Possamos ainda acreditar que
a vida está, e fique,
bem melhor... Assim!
domingo, 3 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
E "tupinicamos"...
O conforto de cada dorço
Recompoe cada carinho desapegado
Me aproximo a cada degrau
Desanimo em todo desamor
Nao me perco por qualquer sorriso
E brinco com a falta de carater
Sublinho luzes do chao de estrelas
Mas tambem me derreto na lage do ego
Em cada sublime conceito
Me divirto com sede de algo mais
Meu contexto desastrado
Me torna destemido de mim
E assim, desperto o lógico
Num transe que plantei para si
Nao se arredie no meu cercado
Pois meu rodeio nao mede sociedade
(Marcio Nunes e Bruno Dantas)
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